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Arquivo para a categoria ‘Mensagem do Dia (Rede Vida)’

[Vídeo] Mensagem de Ano Novo da TV Aparecida

01/01/2010 Comentários desligados

Em 2010, não desista de você. Dê muitas risadas. Agradeça mais as pessoas. Conheça o seu vizinho. Abrace o seu amigo. Expresse o seu amor. Confie. Sonhe. E realize mais. A vitória da vida está na fé. Feliz 2010!

TV APARECIDA
Você em boa companhia
www.tvaparecida.com.br

Fonte: Canal da TV Aparecida no Youtube

Mensagem Do Dia – Mensagem De Natal

11/12/2009 Comentários desligados

A Rede Vida não está mais publicando a “Mensagem Do Dia” em seu site. Mas, encontrei essa em vídeo no site da TV Aparecida. Confiram!:

Fonte: canal oficial da TV Aparecida no Youtube

Mensagem Do Dia – Por Dom Fernando Figueiredo (Site da Rede Vida)

15/03/2009 2 comentários

15/03/2009
Jo 2, 13-25: Purificação do Templo
Texto bíblico: “…”.

Segundo o Evangelho de S. João, a vinda de Jesus a Jerusalém se situa alguns dias só após Caná e uma breve estada em Cafarnaum. Paralelamente a Caná, esta cena no Templo também se coloca no início de seu ministério público. A idéia bem presente neste texto é de que Deus é santo. Israel, povo de Deus, semelhantemente, deve espelhar esta santidade excluindo toda contaminação profana. Igualmente, o Templo estende seus “pisos” para os pagãos e mesmo os judeus ao redor de seu centro, nomeado “o santo” e “o santo dos santos”, que se enche da Glória insuperável do Deus três vezes Santo. Toda a área que o rodeia é santa.
S. Jerônimo e S. Beda, ao se referirem a este texto, comentam que ao lê-lo temos de recordar à Igreja peregrina, o juízo divino, que pode ser igualmente severo. S. Beda acrescenta que devemos “olhar com solícito empenho este relato para que não suceda que, vindo de surpresa, o Senhor encontre em nós algo pelo que devamos ser castigados com justiça e expulsos da Igreja”.
Por outro lado, bois, ovelhas e pombas eram os animais que serviam de oferendas para os sacrifícios e os cambistas ofereciam os meios para que fossem comprados. Expulsando-os, para além do aspecto de purificação, Jesus já faz o primeiro anúncio da substituição das vítimas que ele realizará em se oferecendo ele mesmo como sacrifício. Vê-se o gesto profético que é a abertura do Templo judaico como casa de oração para todas as nações e que será consumado quando romper o véu do Templo na morte de Cristo e que se realiza na Igreja Católica.
“Senhor, vinde e permanecei comigo. Enchei minha casa com a vossa presença e enchei meu coração com a vossa oração. Ajudai-me a ser grato e reconhecido por tudo e a todos, mesmo àqueles que me causam lágrimas”.

http://www.padremarcelorossi.com.br

Fonte: Site da Rede Vida – Mensagem do Dia

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Mensagem Do Dia – Por Dom Fernando Figueiredo (Site da Rede Vida)

14/03/2009 5 comentários

14/03/2009
Lc 15, 1-3.11-32: Parábola do filho pródigo
Texto bíblico: “…”.

Será que o ponto central desta parábola seria mostrar o contraste entre o filho obediente e aquele desobediente? Não seria talvez destacar a acolhida dada pelo Pai ao filho pródigo e a acolhida dada pelo filho mais velho? Há sem dúvida uma grande diferença, destacada por Jesus, entre a atitude generosa e amorosa do Pai e a reação áspera e egoísta do irmão mais velho. O pai, apesar do filho ter esbanjado todo o dinheiro que ele lhe dera, tinha um amor inquebrantável para com ele. Distante, o filho pródigo tomou consciência do imenso amor que o pai lhe dedicava. Humilhado, mas arrependido, ele retorna decidido a declarar sua culpa diante do pai. O pai não necessita dizer palavras de perdão, suas ações falam mais alto e claramente. As roupas bonitas, o anel, o banquete, simbolizam a nova vida, pura, digna e alegre de alguém que retorna a Deus.
No plano da fé a parábola ressalta que o eterno desígnio divino se realiza apesar dos pecados dos homens, sejam eles infiéis como o pródigo ou egoístas como o filho mais velho. O erro primordial do mais jovem é de não ter tido consciência do privilégio que era o seu, de nascimento, o fato de ser membro da família deste pai. Ele é dominado pelo ter e pelo prazer. O pai deixa a ambos os filhos a liberdade para escolher o tipo de relações que manteriam com ele: relações de um boêmio ou de permanência com ele. “Podemos, escreve S. Gregório o grande, cair mais baixo que nós mesmos pelo excesso de desejos e preocupações, ou sermos elevados acima de nós mesmos pela graça da contemplação”.
Ademais, a Atitude Do Pai revela a sua Misericórdia: Cada dia ele sobe à colina para esperar o filho, e quando o vê ao longe vai ao seu encontro com braços abertos para abraçá-lo e reconduzi-lo ao aconchego do lar. Por que esta alegria? Tertuliano responde que “seu filho perdido e reencontrado se tornava mais caro, porque reencontrado. Um pai mais pai que Deus, não há; um mais terno, não há. Tu que és seu filho, saiba que mesmo se tu o abandonas após ter ele te adotado, mesmo se tu voltas nu, ele te receberá: ele se alegrará ao te rever”. “Senhor, que eu jamais duvide de vosso amor, mas que eu possa ser misericordioso, assim como vós sois todo perdão e misericórdia”.

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Fonte: Site da Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem Do Dia – Por Dom Fernando Figueiredo (Site da Rede Vida)

13/03/2009 Comentários desligados

13/03/2009
Mt 21, 33-43. 45-46: Parábola dos vinhateiros homicidas
Texto bíblico: “…”.

Ao lermos os textos bíblicos, uma pergunta nos vem imediatamente: Podemos, de fato, ser reconciliados com Deus? José, vendido pelos irmãos como escravo, torna-se redenção e reconciliação para seus irmãos. José prefigura Jesus, que traído por um de seus discípulos, estendido na cruz, crucificado e morto, torna-se redenção para todos nós. Jesus veio nos reconciliar com o Pai. As suas parábolas retratam o sentido de sua missão.
Na parábola acima citada, a multiplicação de mensageiros constitui justamente sinal da solicitude divina, jamais de interesse econômico. Os mensageiros são, sem dúvida, os profetas, enviados por Deus, e que Israel não levou em conta, e que foram muitas vezes maltratados. S. Lucas descreve numa determinada ordem: bater, ultrajar, ferir e, finalmente, reservando ao filho, matar. Insiste-se sobre o resultado destas vindas sucessivas, em que os enviados voltam de mãos vazias. O contraste é precisamente acentuado quando se fala que era o “tempo dos frutos”, e vieram para recolher ao menos uma parte.
O Pai envia o próprio filho, reconhecido como: “Este é o herdeiro”. O trágico é que ao querer matar o Filho para se apoderar da herança, os vinhateiros vão perdê-la. O filho é Cristo, justamente enviado para nos dar a possibilidade de sermos adotados como filhos, e de nos tornarmos assim herdeiros: ”Eles o agarram, matam-no e o lançam fora da vinha”. “Por isso, conclui s. Irineu, o Senhor Deus consignou a vinha, já não cercada, mas dilatada por todo o mundo, a outros colonos que dêem fruto ao seu tempo, com a torre de eleição levantada no alto por todas as partes e formosa; porque por todas as partes resplandece a Igreja; e em todas as partes está cavado ao redor o lagar, porque por todas as partes há os que recebem o Espírito”.

“Obrigado Senhor por todos os benefícios que nos tendes dado; por todas as dificuldades e insultos que recebemos por causa de vós. Ó Nosso Redentor, Amigo e Irmão que possamos conhecer-vos mais claramente, amar-vos mais profundamente e seguir-vos com maior fidelidade, para nossa salvação”.

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Fonte: Site da Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Por Dom Fernando Figueiredo (Site da Rede Vida)

06/03/2009 Comentários desligados

06/03/2009
Mt 5, 20-26: Nova justiça é superior à antiga
Texto bíblico: “…”.

Você se deixa guiar pela cólera ou pela raiva? Jesus diz: “Quem matar será réu de julgamento” (v.21). Entendemos estas palavras no sentido de que quem mata é merecedor de condenação, pois vai contra Deus, “à imagem do qual” aquela pessoa foi criada. É um ato também contra a fraternidade humana. Jesus, aliás, retoma este termo no v.22: “quem se encolerizar contra o seu irmão”.
É interessante notarmos que a denúncia de cólera :”Quem se encolerizar contra seu irmão, será réu de julgamento”(22), quer justamente mostrar que ela é fonte de violência em todas as suas formas, e mesmo mais profundamente ainda o orgulho que torna a pessoa susceptível e irritável. O pecado não brota de repente, mas é como uma semente que cresce em nosso coração. A menos que seja superado e destruído pela graça de Deus. O primeiro exemplo de quem se deixa guiar pelo pecado foi Caim (Gn 4,6), e a Tradição a isto se refere constantemente, desde S. Cipriano de Cartago (253) até nossos dias.
Em relação ao assassinato, a cólera e a injúria pareceriam faltas benignas. Agrava, é verdade, o fato de se tratar de um irmão e ter como exigência a caridade, fundamento da vida fraterna. É justamente para esta fonte originária, a caridade, que Jesus quer conduzir os seus ouvintes e, de modo particular, os Apóstolos. Daí o rigor com que fala de tudo quanto não corresponda à vida fraterna. Quem a possui jamais poderá pensar em tirar a vida de alguém, nem mesmo em se encolerizar, no sentido bíblico, contra o outro. O antídoto para o pecado é, portanto, a misericórdia, a bondade e a paciência nascidas de um coração cheio de amor e de perdão. Compreendemos, então, as palavras de S. Agostinho: “Vivamos o amor e façamos o que quisermos”. Quem ama jamais estará ofendendo ou não correspondendo às exigências do Senhor Jesus.
“Senhor, que eu jamais seja inimigo de alguém, caso eu tenha algo contra meu irmão, eu possa me reconciliar o mais rapidamente com ele. Possa eu amar, buscar e atingir unicamente o que é bom. Que a inveja não encontre lugar em meu coração, que eu não me alegre com o mal que atinge o irmão e eu busque sempre a felicidade de todas as pessoas. Senhor, possa eu seguir as vossas pegadas no cumprimento de vossa mensagem”.

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Fonte: Site Da Rede Vida – Mensagem Do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

20/01/2009 1 comentário

20/01/2009
Mc 2, 23-28: Colheita de espigas
Texto bíblico: “…”.
O “descanso sabático” era um tempo especial para recordar e celebrar a bondade de Deus e a bondade de sua obra, ambos na criação e na redenção. Era um dia colocado à parte para a oração, pra celebrar a obra da criação e sua ação salvadora. Os discípulos têm fome e arrancam espigas para comer, debulhando-as, e isto no dia de sábado. Os escribas e fariseus ficam escandalizados, não porque apanhavam as espigas, o que era permitido por lei, mas por fazê-lo durante o sábado. Os evangelistas aproveitam este episódio da vida de Jesus para revelar seu ser e sua missão.
Com efeito, se o serviço do Templo pode dispensar do Sábado, com muito mais razão o serviço do Filho do Homem pelos seus discípulos. Pois Ele é superior ao Templo. O sábado é, pois não só um sinal perpétuo tornando o homem e seu ritmo de trabalho à imagem de Deus, mas um sinal santificante, unindo a Deus e, por conseguinte, ele é garantia da Aliança e da entrada no “Repouso eterno”.
S. Irineu (202) escreve que “os sábados ensinavam a perseverança no serviço de Deus, durante todo o tempo em que vivemos da fé. Eles exprimiam também o repouso de Deus, isto é, o Reino no qual entrará o homem que persevere no serviço de Deus”. E Jesus declarando que “é o senhor do sábado”, revela sua senhoria divina abrangendo toda a Lei divina, como Ele mostrará ao longo do sermão da montanha, e toda a realidade escatológica, da qual a lei do sábado é uma simples recordação.
Como Davi e mais que Davi, o Filho do Homem tem “Poder” sobre o sábado que, mesmo para todo homem, não é uma exigência arbitrária e tirânica, mas uma disposição benevolente de Deus para protegê-lo em seu trabalho. E o Filho do Homem vem e dá o exemplo de liberdade face ao sábado, “para fazer o bem” como vai demonstrar no parágrafo seguinte. O zelo pela observância do sábado não deve cegar diante das exigências da caridade.

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Por Dom Fernando Figueiredo

Fonte: Site da Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

19/01/2009 6 comentários

19/01/2009
19/01/2009 – Discussão sobre o jejum
Mc 2, 18-22

Em seu fervor, os discípulos de João e fariseus multiplicam jejuns e orações. Os profetas, porém, insistem menos sobre a quantidade e muito mais sobre a conduta justa e caritativa para com o próximo. Lançam um apelo à misericórdia e à bondade, que se tornarão plenamente realidade na pessoa de Jesus Cristo.
Desde o Antigo Testamento o Messias era descrito como o esposo e Jesus, nesta passagem, se aplica este título para justamente afirmar que enquanto Ele estiver no meio dos seus, estes não terão necessidade de jejuar. De modo figurado, estas núpcias só se realizarão definitivamente no fim dos tempos, como se conclui da parábola do banquete e das virgens prudentes. Antes, porém deste evento escatológico, o Esposo já veio, por um tempo. E durante este tempo, que se estende pelos três anos de seu ministério público, não se há de jejuar.
Os amigos do Esposo, expressão que quer exprimir “relação com”, no caso presente, designa o círculo dos discípulos que acompanham Jesus. O essencial na resposta de Cristo é que o Esposo está lá, e com Ele, o tempo messiânico, tempo de núpcias, de abundância e de alegria. “Quando Ele lhes for tirado”, o que evoca Sua morte, também sua Ascensão, então eles jejuarão. Tal jejum pode ser compreendido, não só como um jejum corporal, mas de um tipo todo novo, pois terá como motivo a privação do Esposo messiânico. S. Basílio Magno dirá que este jejum não será jamais a negação do alimento, mas diz ele que “nos privamos do alimento para justamente proclamar que nossa vida se situa principalmente na ordem espiritual”. Pelo jejum significamos que só encontramos sentido para nós na verdadeira liberdade face a tudo que é terreno e material. O nosso coração só encontra felicidade quando repousa em Deus.

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Por Dom Fernando Figueiredo

Fonte: Site da Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

07/12/2008 Comentários desligados

Por Dom Fernando Figueiredo

07/12/2008
Mc 1, 1-8: Pregação de João Batista
Texto bíblico: “…”.

João Batista utiliza o tema habitual da pregação profética denunciando o pecado, de modo ainda mais intenso diante da vinda de Jesus que irá inaugurar o Julgamento, o que é anunciado como iminente. Ele volta para os fariseus e os denomina “raça de víboras”. Estes se separando dos demais membros do povo, olhava-os do alto e de longe, com desprezo. Sem falar da hipocrisia que os caracterizava, pois observavam uma vida rigorosa só de fachada. Os saduceus formavam o partido sacerdotal e tinham uma vida instalada, muito mais politizada. Estavam alinhados com o poder romano até mesmo em algumas questões religiosas.
Ao falar da ira que está para vir, ele se refere ao dia do julgamento e, ao mesmo tempo, suas palavras soam como um apelo à conversão e à penitência: “Fazei pois dignos frutos de penitência”. Não só uma boa vontade vaga, mas atos que sejam fruto de uma penitência interior. Atos, não só formais e exteriores, mas que fossem testemunhas indispensáveis e assim a árvore fosse reconhecida por seus frutos.
A pregação de João Batista tem assim um triplice anúncio: A aproximação do Reino-Julgamento; Fazer penitência, conversão; Evitar o perigo de serem presas do pecado. Caso contrário a árvore será cortada e jogada ao fogo, ou seja, pelo fogo será julgado o valor da obra. “Porque, comenta s. Agostinho, existem dois reinos e dois povos, o de Cristo e o do diabo”. Por isso, João Batista dirá mais adiante que “aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”. S. Hipólito dirá que “a água está significando o Espírito e o fogo, o sangue”, que segundo s. Agostinho significa “a tribulação que iram padecer os fiéis pelo nome de Cristo”. ”Senhor Jesus Cristo, enchei-me com o poder de vosso Espírito Santo e deixai-me crescer no conhecimento de vosso amor e de vossa verdade. Que vosso Espírito inflame meu coração de modo que eu possa conhecer e amar mais fortemente vossa mensagem em todas as coisas”.

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Fonte: Site Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

27/11/2008 Comentários desligados

27/11/2008
Lc 21, 20-28: Abominação da desolação
Texto bíblico: “…”.

Expressão retomada por todos os Evangelhos Sinóticos numa retomada da profecia de Daniel 9,27 sobre as 70 Semanas. Cremos que este mundo, conforme a profecia de Jesus está caminhando para o fim? O que Jesus fala sobre o fim dos tempos, o dia do julgamento e a destruição de Jerusalém não era novidade para os judeus. Jesus alerta sim para a iminência da destruição de Jerusalém pela rejeição do Evangelho. Segundo o historiador Josefo mais de um milhão de pessoas morreram quando os romanos destruíram Jerusalém com seu tempo no ano 70. A ruína de Jerusalém se deveu à sua indiferença diante da visita de Deus, na pessoa do Senhor Jesus Cristo (Lc 19,44).
A abominação é o termo específico para condenar os ídolos, como também a profanação e a apostasia que eles trazem consigo. Por isso, Jesus fala também do julgamento do fim do mundo. Só a cegueira espiritual nos pode impedir de reconhecer os claros sinais que anunciam o dia do julgamento para os que recusam a palavra de Deus a respeito da graça e da salvação. S.Cipriano e S. Agostinho afirmam que neste dia final não se salvarão os que carecem de fé, embora permaneçam na comunidade dos fiéis e participem dos sacramentos. Aliás, a palavra desolação, segundo a etimologia da palavra grega, significa tornar um deserto, vazio da vida de Deus.
Jesus tinha dito aos discípulos o que lhes custaria segui-lo. E prometeu que jamais os deixaria sozinhos, mesmo no tempo de tribulação. Os santos e mártires que foram submetidos a tormentos e a morte fizeram da prisão um templo de oração e acesso para o trono da glória de Deus. Eles reconheceram a presença salvadora de Jesus em suas vidas em todas as circunstâncias. O discípulo que seguia Jesus podia perder sua vida corporal, mas não sua alma.
O maior dom que nos é dado é o de nossa redenção e de adoção como filhos de Deus. Jesus nos redimiu da escravidão do pecado, do medo da morte e da destruição final. Somos gratos porque nossa esperança está no céu e na promessa que Jesus retornará para estabelecer seu reino de paz e de justiça. Sua segunda vinda será marcada por sinais que todos reconhecerão. Seu julgamento é um sinal de esperança para os que confiaram nele. “Senhor, enchei meu coração de gratidão pelo dom da redenção e aumentai minha esperança em vosso retorno na glória. Que aquele dia me traga alegria e paz. Ajudai-me a servir-vos fielmente e que eu faça o melhor uso de meu tempo agora à luz do tempo que virá”.

Dom Fernando Figueiredo

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Fonte: Site Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

18/11/2008 Comentários desligados

Depois de um tempo ausente deste blog (mas com o Cleberson fazendo sua parte, e com as mensagens disponíveis no site da Rede Vida), Hoje postarei a Mensagem do Dia:

18/11/2008
Lc 19, 1-10: Vocação de Zaqueu
Texto bíblico: “…”.

De um ponto a outro de seu Evangelho, s. Lucas anuncia a Boa Nova do apelo de Jesus à conversão dos pecadores, como também o chamado para uma comunhão mais íntima com Ele. Ademais, com s. Ambrósio, nos alegramos com o bom humor desta passagem, como também de outras, como as mulheres que assistem Jesus e os Apóstolos com seus recursos, ou ainda, a de José de Arimatéia. Tais textos escreve s. Ambrósio, “nos permitem encontrar os ricos porque eles são chamados, eles também, para a mesma comunhão e generosidade que Zaqueu: o crime não está nas riquezas, mas em usá-las mal”.
Para se chegar, porém, a este encontro mais pessoal é necessário, como Zaqueu que subiu a uma árvore para ver Jesus, se elevar a um ato mais deliberado, portanto mais livre, de fé, de esperança e de caridade. Jesus elevou seus olhos, demonstrando assim uma atenção particular, que já é um encontro, um apelo à conversão e acrescenta: “Hoje devo ficar em tua casa”, o que nos lembra o “ainda hoje estarás comigo no paraíso” dito ao bom ladrão no momento da cruz. Receber Cristo em sua casa ou entrar em seu Reino é o mesmo e único mistério de nossa união com Ele.
O que faríamos se Jesus batesse à nossa porta e dissesse: “Eu devo ficar em tua casa hoje”? Ficaríamos confusos ou radiantes de alegria? Jesus vem ao nosso encontro inesperadamente sempre que visitamos o pobre, o rejeitado, os pecadores públicos como Zaqueu, os doentes e os prisioneiros. Zaqueu demonstra sua conversão decidindo dar a metade de seus bens aos pobres e usar a outra metade para reparar aos que ele tinha roubado. O testemunho de Zaqueu reflete mais do que palavras. Sua mudança de coração resulta mudança de vida, uma mudança que toda a comunidade podia experimentar como genuína. Façamos do nosso coração a casa para acolher Jesus. ”Senhor, vinde e permanecei comigo. Enchei minha casa com a vossa presença e enchei meu coração com vossa bondade. Ajudai-me a mostrar fraternidade e misericórdia para com todos, mesmo para os que me causam danos”.

Dom Fernando Figueiredo

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Fonte: Site: Rede Vida – Página: Mensagem do Dia

Link: http://www.redevida.com.br/mensagemdodia.php

Mensagem do Dia – Rede Vida

11/11/2008 2 comentários

11/11/2008
Lc 17, 7-10: Servir com humildade
Texto bíblico: “…”.

Fazemos o que melhor podemos de modo desinteressado? Muitas vezes dizemos: “Só farei o que foi exigido e nada mais”. É necessário, antes de tudo, fazer a transposição que toda parábola exige, do domínio material para a realidade espiritual do Reino. Jesus veio não para regulamentar as questões sociais, mas para instaurar o Reino de Deus, isto é, o Reino do amor, que sem dúvida irá regulamentar as dificuldades entre as pessoas. Sob este aspecto não se pode colocar limites que não estejam no dom de Deus, que se fez nosso “servidor”, “entregue” por nós, corpo e alma até a morte e morte de cruz.
A idéia que está presente ao longo de todo este texto é que tudo recebemos de Deus. Não há o que não nos tenha sido dado. Em outras palavras, Ele não tem dívidas para conosco, pois somos nós que lhe devemos tudo, e isto sem falar das dívidas de nossos pecados. De fato, neste sentido podemos nos considerar servos inúteis, mas sabedores que Deus nos deu o nosso ser, nossa liberdade, de modo que possamos realizar uma ação real e mesmo decisiva, a serviço do mundo, dos semelhantes e dele mesmo. O serviço a Deus e aos semelhantes são ambos um ato voluntário e livre e é um dever sagrado.
Inúteis, mas servidores eficazes até na transmissão da vida divina pelos sacramentos: “O que perdoardes na terra será perdoado no céu”. Por isso, se Ele não nos deve nada, Ele não deixa de ser reconhecido como só Deus pode ser: infinita e eternamente. Deus recompensa o servo que ama generosamente e que conserva a humildade mantendo-se ciente de que quando deu o melhor de si, ele simplesmente cumpriu com o seu dever.
Sejamos guiados pelo Senhor, jamais atraídos pela tentação do poder e do orgulho. Como escreves. Agostinho: ”Quem foi derrubado pelo diabo, orgulhoso mediador que persuade a soberba, se levante por Cristo, mediador humilde, que aconselha a humildade”. ”Senhor, enchei meu coração de amor, gratidão e generosidade. Tornai-me um servo fiel e zeloso de vossa Palavra. Que eu possa devotar minha vida no serviço amoroso a vós e aos meus semelhantes, assim como tendes doado generosamente vossa vida por mim”.

Dom Fernando Figueiredo.

http://www.padremarcelorossi.com.br/

Fonte: Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

09/11/2008 Comentários desligados

09/11/2008
Terapia Musical

A música é uma das melhores terapias do mundo. Realiza milagres que os remédios e o divã do psicanalista nem sempre conseguem.
O egoísmo nos fecha sobre nós mesmo. A música é sempre um caminho de abertura que nos leva ao encontro: mais libertos, mais arejados, mais fraternais.
Um coração que canta é incapaz de odiar por muito tempo.
Um coração impregnado de música sorri com mais facilidade, se entusiasma com mais freqüência, se doa aos outros com generosidade maior.
Música, de verdade, é sempre uma ponte: aproxima, solidariza, aconchega e redime.

Ninguém caminha sem olhar para trás, sem fixar o futuro, o amanhã. No passado estão as bases, as raízes… no horizonte do amanhã está plantada a bandeira da esperança.

Padre Roque Schneider

Fonte: Rede Vida – Mensagem do Dia

Mensagem do Dia – Rede Vida

08/11/2008 Comentários desligados

08/11/2008
Paz e Libertação

Se eu fosse médico, receitaria a todos os eventuais clientes:

Façam silêncio de quando em quando. Diariamente, se possível. Para retemperar as forças, para espairecer a cabeça e escapar da neurose.
O retorno ao silêncio, à prece, à meditação não é luxo ou romantismo, mas questão de sobrevivência. Urgente, decisiva, vital.
O reconhecimento interno nos faz perceber quanto carregamos de supérfluo em nossa mental e a paz de espírito passam, necessariamente, pelos caminhos de interiorização.
Só no silêncio da prece, do reabastecimento e da reflexão ganhamos asas para o vôo da libertação. Só no silêncio, que dispensa palavras e rituais, as almas se tocam e dialogam com transparência, sob as bênçãos do Pai.

“Para crer em Deus basta erguer o olhar para o céu”.

Padre Roque Schneider

RETIRADO DO SITE DA REDE VIDA – PÁGINA “Mensagem do Dia”

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